A palavra “proatividade” entrou para o vocabulário corporativo há muito tempo. Seu significado, em bom português, descreve a habilidade de partir para a ação sem ficar esperando o chefe mandar. Pessoas proativas procuram informações e oportunidades para fazer as coisas acontecerem. Seis em cada dez empregadores citam esse comportamento como uma das cinco atitudes que mais procuram nos candidatos a uma vaga de emprego.CONTINUE LENDO EM REVISTA INFO
Editado periodicamente por: "Marcio Lessa" Meu lema é "Não dê o peixe, ensine a pescar"
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68515-000 - Parauapebas-PA (94) 3346-5857 / 8168-1155Planejamento de carreira - já pensou a respeito?
O planejamento de carreira requer muita dedicação e atenção por parte do colaborador, que aborda desde a escolha pela profissão que se deseja exercer, empresas que se quer trabalhar e futuras promoções, afinal, nenhum profissional deseja se ficar estacionado para sempre, todos buscam se realizarem profissionalmente.
Hoje o mundo corporativo está mais competitivo do que nunca, os profissionais mais antigos estão consagrados e mesmo assim continuam inovando, os mais jovens tem a vantagem de terem desde a sua mocidade, recursos que nenhuma geração passada obteve. Com o mercado mais competitivo e as exigências maiores, fica cadê vez mais difícil se ligar a uma boa empresa.
As pessoas hoje estão optando mais por empresas que possuem plano de carreira, é mais fácil crescer dentro de uma organização que valoriza e concedem os seus colaboradores boas oportunidades de emprego. Mas, fica a cargo do próprio colaborador traçar suas metas e objetivos a serem alcançados e determinar um tempo específico para cada etapa.
Os gestores e recrutadores apontam uma grande carência no mercado de trabalho de pessoas proativas e dinâmicas. Empresas que possuem plano de carreia já começam a avaliar se aquele entrevistado atenderá bem as suas exigências desde a primeira entrevista. Organizações que possuem uma filosofia não a mudarão para encaixarem ninguém. Muitos são os entrevistados, poucos os selecionados e apenas um o escolhido.
O plano de carreira não é garantia de sucesso, e sim, mais uma ferramenta nas mãos do colaborador. Planejar e estabelecer prazos são essenciais, mas saber aonde se quer chegar é crucial para alcançar o sucesso profissional.
Se observarmos no mundo corporativo a diferença entre quem planejou sua carreira daqueles que não planejaram, verão uma diferença muito significativa, se observamos a diferença entre quem não sabia onde queria chegar, e iniciou um plano de carreira daqueles que souberam verão resultados surreais.
A diferença não é notada no inicio do planejamento e sim, no decorrer dele. O planejamento de carreia é uma ferramenta que visa novas alternativas, recursos e realização profissional.
O colaborador prudente coloca desde a primeira entrevista que está ali, para crescer junto com a empresa. Ele tem seus objetivos e metas muito bem traçados. Ele diz quais são os resultados que ele vai buscar inicialmente e já aplica um (choque de promoção). Mostra a visão de quem realmente deseja crescer e continuar a se desenvolver profissionalmente. Apontando e discutindo quais serão seus próximos passos depois de ter alcançado os resultados iniciais. Isto passa para o entrevistador confiança e desejo incessante de vestir a camisa da empresa e fazer história, deixar o seu legado.
Esta atitude facilita até mesmo as suas promoções futuras, existem diretrizes dentro das organizações e para se promover um colaborador muitas vezes não depende somente do desejo do gestor, qualidades e competências do colaborador. Os argumentos do gestor são crucias para tornar real uma promoção. A competitividade é grande, sempre existirá mais de um bom colaborador preparado para ocupar uma boa vaga, ter qualidade e competências é um dever. Então, a justificativa do seu gestor fará sim muita diferença, pois, esta promoção já estava em acordo no seu plano de carreira, que, quando alcançados tais resultados, chegar-se-ia ao êxito.
Fonte Blog: http://lidercoachgestao. blogspot.com.br/
Aprenda a programar em apenas um ano com a Codecademy
Em qualquer lista de profissões do futuro, lá estão os cargos destinados às pessoas com conhecimento de programação de sites, softwares e aplicativos móveis. A demanda cresce cada vez mais, mas ganhar proficiência nesse tipo de linguagem exigia até hoje uma imersão grande em livros e sites pouco didáticos e difíceis para quem não tem pelo menos algumas noções básicas da arquitetura da internet e da tecnologia no geral.
É justamente isso que espera mudar a Codecademy, uma startup fundada em Nova York e que quer democratizar programação. Fundada por dois ex-colegas da universidade de Columbia, Zach Sims e Ryan Bubinski, a empresa já angariou US$ 12,5 milhões em fundos de capital para expandir seu curso gratuito de ensino de código e traduzi-lo para outras línguas além do inglês.

A companhia promete ensinar os padrões básicos das principais linguagens – HTML, CSS e JavaScript - em um plano de um ano, o chamado Code Year. Trata-se de um método inovador, que usa conceitos extraídos dos games para manter a atenção dos alunos e que pode finalmente tirar esses conhecimentos do gueto técnico.
O método da Codecademy é mais interativo e divertido do que as opções que já existiam no mercado, adotando conceitos da chamada 'gamificação' como a distribuição de badges ao final de cada lição e outras estratégias de engajamento. Até o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou que se tornaria aluno.
O software desenvolvido introduz o mundo da tecnologia da informação na prática, pedindo ao aluno que realize pequenas tarefas para se familiarizar com a escrita de código e que o faça no seu próprio ritmo.

Escritório da Codecademy em Nova York (Foto: Divulgação)
Os dois fundadores da empresa acreditam que todos, mesmo aqueles que não esperam trabalhar com internet, deveriam saber ao menos os conceitos principais da construção da web. Como a internet não parece que abrirá espaço para outra rede de comunicação tão cedo, resta-nos programá-la ou sermos programados.
"Escrever código é uma alfabetização para o século 21", afirma Zach Zims, co-criador do projeto, na entrevista ao Olhar Digital que você lê abaixo:
Quando e por que vocês decidiram abrir a Codecademy? Qual a situação atual da companhia?
A companhia foi fundada em agosto de 2011. Desde então, conseguimos levantar US$ 12,5 milhões de financiadoras como Union Square, Kleiner Perkins, Index Ventures e outras, e hoje empregamos dez pessoas full time. Milhões de pessoas já se cadastraram para participar dos nossos cursos.
Como se deu a criação do software de ensino?
Nós mesmos desenvolvemos o método. Queríamos criar uma experiência mais interessante e que prendesse mais as pessoas.
Começamos a empresa para resolver os nossos próprios problemas. Eu estava aprendendo a programar e quando comecei a trabalhar em alguns projetos com o Ryan, que já havia ensinado código na época que ambos éramos estudantes de Columbia.
Criamos a Codecademy porque eu queria construir uma melhor experiência de aprendizado para mim mesmo e uma melhor experiência de ensino para o Ryan.
Por que vocês consideram necessário que qualquer pessoa, mesmo aquela que não é particularmente interessada em internet, deva aprender código?
A programação faz as pessoas descobrirem o pensamento o algorítmico – e isso é bem maior do que só aprender código. Isso significa pensar na vida como um programa e nos meios de hackeá-la, torná-la mais simples e usar o raciocínio crítico.
Além disso, saber programação permite que a pessoa se torne uma empreendedora e também a encontrar mais oportunidades de trabalho.
O site continuará gratuito ou vocês têm planos de criar especializações pagas?
No momento, não pensamos nisso, queremos manter o site gratuito. Estamos focados em criar um melhor processo de aprendizado para os nossos usuários e expandir nossas atividades.
Vocês planejam traduzir mais cursos para o português?
Temos muitos usuários brasileiros e já contamos com alguns cursos traduzidos para o português, está nos nossos planos ampliar isso. Todas as nossas traduções são feitas pelos próprios usuários, então, se você que está lendo essa entrevista quiser nos ajudar, mande-nos um e-mail ou fale conosco através do site.
É justamente isso que espera mudar a Codecademy, uma startup fundada em Nova York e que quer democratizar programação. Fundada por dois ex-colegas da universidade de Columbia, Zach Sims e Ryan Bubinski, a empresa já angariou US$ 12,5 milhões em fundos de capital para expandir seu curso gratuito de ensino de código e traduzi-lo para outras línguas além do inglês.
A companhia promete ensinar os padrões básicos das principais linguagens – HTML, CSS e JavaScript - em um plano de um ano, o chamado Code Year. Trata-se de um método inovador, que usa conceitos extraídos dos games para manter a atenção dos alunos e que pode finalmente tirar esses conhecimentos do gueto técnico.
O método da Codecademy é mais interativo e divertido do que as opções que já existiam no mercado, adotando conceitos da chamada 'gamificação' como a distribuição de badges ao final de cada lição e outras estratégias de engajamento. Até o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou que se tornaria aluno.
O software desenvolvido introduz o mundo da tecnologia da informação na prática, pedindo ao aluno que realize pequenas tarefas para se familiarizar com a escrita de código e que o faça no seu próprio ritmo.
Escritório da Codecademy em Nova York (Foto: Divulgação)
Os dois fundadores da empresa acreditam que todos, mesmo aqueles que não esperam trabalhar com internet, deveriam saber ao menos os conceitos principais da construção da web. Como a internet não parece que abrirá espaço para outra rede de comunicação tão cedo, resta-nos programá-la ou sermos programados.
"Escrever código é uma alfabetização para o século 21", afirma Zach Zims, co-criador do projeto, na entrevista ao Olhar Digital que você lê abaixo:
Quando e por que vocês decidiram abrir a Codecademy? Qual a situação atual da companhia?
A companhia foi fundada em agosto de 2011. Desde então, conseguimos levantar US$ 12,5 milhões de financiadoras como Union Square, Kleiner Perkins, Index Ventures e outras, e hoje empregamos dez pessoas full time. Milhões de pessoas já se cadastraram para participar dos nossos cursos.
Como se deu a criação do software de ensino?
Nós mesmos desenvolvemos o método. Queríamos criar uma experiência mais interessante e que prendesse mais as pessoas.
Começamos a empresa para resolver os nossos próprios problemas. Eu estava aprendendo a programar e quando comecei a trabalhar em alguns projetos com o Ryan, que já havia ensinado código na época que ambos éramos estudantes de Columbia.
Criamos a Codecademy porque eu queria construir uma melhor experiência de aprendizado para mim mesmo e uma melhor experiência de ensino para o Ryan.
Por que vocês consideram necessário que qualquer pessoa, mesmo aquela que não é particularmente interessada em internet, deva aprender código?
A programação faz as pessoas descobrirem o pensamento o algorítmico – e isso é bem maior do que só aprender código. Isso significa pensar na vida como um programa e nos meios de hackeá-la, torná-la mais simples e usar o raciocínio crítico.
Além disso, saber programação permite que a pessoa se torne uma empreendedora e também a encontrar mais oportunidades de trabalho.
O site continuará gratuito ou vocês têm planos de criar especializações pagas?
No momento, não pensamos nisso, queremos manter o site gratuito. Estamos focados em criar um melhor processo de aprendizado para os nossos usuários e expandir nossas atividades.
Vocês planejam traduzir mais cursos para o português?
Temos muitos usuários brasileiros e já contamos com alguns cursos traduzidos para o português, está nos nossos planos ampliar isso. Todas as nossas traduções são feitas pelos próprios usuários, então, se você que está lendo essa entrevista quiser nos ajudar, mande-nos um e-mail ou fale conosco através do site.
Acesse ai: http://www.codecademy.com/
Não dê desculpas
É incrível como nos dias de hoje tantas pessoas escondem-se atrás do escudo protetor das DESCULPAS. Cada vez é mais comum nos depararmos com indivíduos que dedicam suas vidas à “arte” de desculpar-se. É fato que, quem assim procede, não gera resultados.
E o que vem a ser a DESCULPA? Por que ela acontece? O que leva uma pessoa a utilizar desse artifício? Por que ela é inaceitável?
Vamos por partes...
A desculpa é um recurso do comportamento humano que é utilizado pelo indivíduo na tentativa (sempre infrutífera) de justificar um erro ou uma falha. Inconscientemente ou até mesmo conscientemente, a pessoa acredita que, ao desculpar-se, atenuará os efeitos do resultado indesejado. Nada mais surreal. Qualquer experiência vivida pelo ser humano sempre dependerá de como essa pessoa reage a ela, ou seja, da interpretação que cada pessoa faz daquilo que está vivendo em determinado contexto. Não existe realidade para as criaturas. É impossível para um cérebro vivo compreender plenamente o que acontece fora do indivíduo, porque tudo o que o nosso cérebro faz é “CRIAR” realidades subjetivas o tempo todo. Por exemplo: Neste momento poderia estar tocando seu telefone celular, e durante este toque, um som estar sendo emitido. Seu cérebro irá direcionar seu corpo para pegar o telefone e levá-lo ao ouvido para que você possa usá-lo. Na verdade, o som em si, é meramente uma criação do seu cérebro, pois tudo o que seu ouvido capta são moléculas vibrantes no ar. Mas você percebe e reage ao som como se realmente ele existisse.
Ora, quando damos desculpas, estamos tentando oferecer uma justificativa para outro cérebro, ou para o nosso próprio, que desperte uma compreensão de que o que nós fizemos, ou não fizemos, é explicável e compreensível. Porém, se levarmos em conta que os estímulos externos que recebemos são a todo momento interpretados pelo nosso sistema nervoso, podemos facilmente concluir que “DAR DESCULPAS” jamais irá funcionar, porque estamos usando nossa interpretação de uma experiência vivida para argumentar para a mente de outra pessoa, que também fará sua própria interpretação. Complicado? Nem tanto!
Se considerarmos ainda que as funções principais de um cérebro são a PRESERVAÇÃO e a SOBREVIVÊNCIA, fica muito fácil compreender o porque a DESCULPA acontece. Trata-se de uma forma que o sistema nervoso de determinada pessoa se utiliza para preservá-la ou tentar preservá-la de determinada reação de si própria, ou de outrem.
Contudo, por melhor que seja uma DESCULPA, por mais bem elaborada que seja a forma em que ela se apresente, do ponto de vista comportamental, ela é INACEITÁVEL. Há um pressuposto do comportamento humano que diz: “Não existem erros, apenas resultados”. O que são os erros? São resultados diferentes daqueles desejados. Imaginemos que você deseja sair da cidade de São Paulo e chegar à cidade de Fortaleza, mas que durante o trajeto você erra o caminho e chega a Aracajú. O que de fato aconteceu? Em essência, você obteve um resultado diferente daquele que desejava. Em suma, você descobriu uma forma de como não chegar a Fortaleza. Um exemplo célebre desta máxima é a história de Thomas Edison, o inventor da lâmpada...
As pessoas que aceitam desculpas de si mesmas, ou dos outros, colocam-se numa armadilha perigosa, qual seja: A NÃO GERAÇÃO DE RESULTADOS.
Gosto muito de uma frase do professor Aly Badauhy Jr. Que diz: “Na vida, ou damos desculpas, ou damos resultados. Jamais você encontrará alguém que tem resultados, dando desculpas. Jamais você encontrará alguém que dá desculpas, tendo resultados”.
E você, tem dado desculpas ou gerado resultados?
"A provação vem não só para testar o nosso valor, mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado, mas enrijecido pelas tempestades". (Lettie Cowman)
Leia mais em: www.gentemais.com
Concurso Ministério Público do Pará : 283 vagas para cargos de nível médio e superior com salários de até R$ 4.751,42.
O Ministério Público do Estado do Pará divulgou edital de concurso público para 283 vagas em cargos de nível médio e superior. Os salários variam de R$ 1.848,38 a R$ 4.751,42. A jornada de trabalho é de 30 horas semanais.
Os cargos de nível superior são para técnico analista de sistema (suporte a banco de dados, desenvolvimento, suporte a rede de computadores e modelagem de sistemas), biblioteconomista, contador, pedagogo, arquiteto e analista jurídico.
As vagas de nível médio são para auxiliar de administração e técnico de informática.
As inscrições devem ser feitas no período de 8 de agosto a 17 de setembro pelo site www.fadesp.org.br. A taxa é de R$ 40 para nível médio e R$ 56 para nível superior. No momento da inscrição, o candidato deverá optar pelo cargo/região administrativa para o qual deseja concorrer e também em qual localidade deverá realizar a prova.
As provas objetivas serão aplicadas no dia 21 de outubro, das 8h às 12h para os cargos de nível superior, e das 14h30 às 18h30 para os cargos de nível médio. Haverá prova de redação para os cargos de nível médio e prova de títulos para as vagas de nível superior.
As provas serão aplicadas nas cidades de Belém, Ananindeua, Castanhal, Capanema, Abaetetuba, Marabá, Redenção, Altamira, Itaituba e Santarém.
O concurso tem um ano de validade e pode ser prorrogado, uma única vez, pelo mesmo período.
Canaã dos Carajás: em menos de um mês, duas pessoas morreram devido as condições precárias da PA-160
Do G1-PA
Na última quarta-feira (25), mais uma pessoa morreu vítima de acidente na PA-160, que liga os municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará. Motoristas reclamam da precariedade da estrada e atribuem a isto os constantes acidentes de trânsito na região.
A rodovia está cheia de buracos, mesmo assim, alguns motoristas ignoram o perigo e trafegam em alta velocidade. Na tarde da quarta-feira (25), um acidente entre um carro e um caminhão resultou na morte de Adriano Dias Zembrane, de 34 anos.
Após a tentativa de desviar de um buraco, o motorista do caminhão entrou na contramão, onde colidiu com o carro dirigido pela vítima. “O motorista foi enquadrado por homicídio culposo, e prestou depoimento. O procedimento será encaminhado para a justiça, onde irá responder pelo crime cometido“, explica o delegado José Aquino, de Canaã dos Carajás.
Ainda segundo informações da polícia, este é o segundo acidente que ocorre com vítima fatal em menos de um mês no mesmo trecho. A Secretaria de Transporte do Estado informou que vai enviar uma equipe para fazer uma avaliação sobre as condições do local.
Confira a matéria completa do Jornal Liberal sobre o assunto clicando aqui.
Como cuidar
| Como cuidar bem de você mesmo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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PROPAGANDA ELEITORAL NA INTERNET
Art.
18. É permitida a propaganda eleitoral na internet após o dia 5 de julho do ano
da eleição (Lei nº 9.504/97, art. 57-A).
Art.
19. A propaganda eleitoral na internet poderá ser realizada nas seguintes formas
(Lei nº 9.504/97, art. 57-B, incisos I a IV):
I –
em sítio do candidato, com endereço eletrônico comunicado à Justiça Eleitoral e
hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço de internet
estabelecido no País;
II –
em sítio do partido ou da coligação, com endereço eletrônico comunicado à
Justiça Eleitoral e hospedado, direta ou indiretamente, em provedor de serviço
de internet estabelecido no País;
III
– por meio de mensagem eletrônica para endereços cadastrados gratuitamente pelo
candidato, partido ou coligação;
IV –
por meio de blogs, redes sociais, sítios de mensagens instantâneas e
assemelhados, cujo conteúdo seja gerado ou editado por candidatos, partidos ou
coligações ou de iniciativa de qualquer pessoa natural.
Art.
20. Na internet, é vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral
paga (Lei nº 9.504/97, art. 57-C, caput).
§ 1º
É vedada, ainda que gratuitamente, a veiculação de propaganda eleitoral na
internet, em sítios (Lei nº 9.504/97, art. 57-C, § 1º, I e II):
I –
de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos;
II –
oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da Administração Pública direta
ou indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
§ 2º
A violação do disposto neste artigo sujeita o responsável pela divulgação da
propaganda e, quando comprovado seu prévio Inst nº 1162-41.2011.6.00.0000/DF 11
conhecimento, o beneficiário à multa no valor de R$
5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais) (Lei nº 9.504/97,
art. 57-C, § 2º).
Art.
21. É livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha
eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet, assegurado o
direito de resposta, nos termos das alíneas a, b e c do inciso IV do §
3º do art. 58 e do art. 58-A da Lei nº 9.504/97, e por outros meios de
comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica (Lei nº 9.504/97, art.
57-D, caput).
Parágrafo
único. A violação do disposto neste artigo sujeitará o responsável pela
divulgação da propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o
beneficiário à multa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00
(trinta mil reais) (Lei nº 9.504/97, art. 57-D, § 2º ).
Art.
22. São vedadas às pessoas relacionadas no art. 24 da Lei nº 9.504/97 a
utilização, doação ou cessão de cadastro eletrônico de seus clientes, em favor
de candidatos, partidos ou coligações (Lei nº 9.504/97, art. 57-E, caput).
§ 1º
É proibida a venda de cadastro de endereços eletrônicos (Lei nº 9.504/97, art.
57-E, § 1º).
§ 2º
A violação do disposto neste artigo sujeita o responsável pela divulgação da
propaganda e, quando comprovado seu prévio conhecimento, o beneficiário à multa
no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais)
(Lei nº 9.504/97, art. 57-E, § 2º).
Art.
23. Aplicam-se ao provedor de conteúdo e de serviços multimídia que hospeda a
divulgação da propaganda eleitoral de candidato, de partido ou de coligação as
penalidades previstas nesta resolução, se, no prazo determinado pela Justiça
Eleitoral, contado a partir da notificação de decisão sobre a existência de
propaganda irregular, não tomar providências para a cessação dessa divulgação
(Lei nº 9.504/97, art. 57-F, caput).
§ 1º
O provedor de conteúdo ou de serviços multimídia só será considerado
responsável pela divulgação da propaganda se a publicação do Inst nº
1162-41.2011.6.00.0000/DF 12
material for comprovadamente de seu prévio
conhecimento (Lei nº 9.504/97, art. 57-F, parágrafo único).
§ 2º
O prévio conhecimento de que trata o parágrafo anterior poderá, sem prejuízo
dos demais meios de prova, ser demonstrado por meio de cópia de notificação,
diretamente encaminhada e entregue pelo interessado ao provedor de internet, na
qual deverá constar, de forma clara e detalhada, a propaganda por ele
considerada irregular.
Art.
24. As mensagens eletrônicas enviadas por candidato, partido ou coligação, por
qualquer meio, deverão dispor de mecanismo que permita seu descadastramento
pelo destinatário, obrigado o remetente a providenciá-lo no prazo de 48 horas
(Lei nº 9.504/97, art. 57-G, caput).
Parágrafo
único. Mensagens eletrônicas enviadas após o término do prazo previsto no caput
sujeitam os responsáveis ao pagamento de multa no valor de R$ 100,00 (cem
reais), por mensagem (Lei nº 9.504/97, art. 57-G, parágrafo único).
Art. 25. Sem prejuízo das demais sanções legais cabíveis, será punido, com multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais), quem realizar propaganda eleitoral na internet, atribuindo indevidamente sua autoria a terceiro, inclusive a candidato, partido ou coligação (Lei nº 9.504/97, art. 57-H).
Como lidar com a Geração Z
Autor: Caio Lauer
O termo “zapear” significa mudar rápido e repetidamente, e está ligado à adventos tecnológicos como a televisão e o rádio. Inspirado nesta ideia, o mercado de trabalho batizou a nova geração de profissionais que está chegando atualmente como Geração Z. Nascidos a partir dos anos 90, estes jovens se desenvolveram em contato direto com a Internet, a velocidade da informação e as novas tecnologias.
A entrada deste público ao meio organizacional já causa certos impactos por conta de suas características peculiares. Eles estabelecem uma busca constante de autonomia e rejeitam a autoridade vertical. Até pelo ambiente da Internet que vivem e conhecem muito bem, tudo é aberto a debates e discussões. Não são menos sociáveis, mas a interação com os outros se dá de forma diferente, muito mais imediata e sem intermediários. “Por terem a ideia de que é possível falar com qualquer um a qualquer hora, ao chegarem numa empresa não vêem as relações entre funcionários de forma hierarquizada. Eles se sentem autossuficientes e autoconfiantes para falar diretamente com o diretor, mesmo quando são estagiários, coisa que um baby-boomer nunca faria”, explica Natalina Cinegaglia, coordenadora dos cursos de Tecnólogo em RH e Marketing do Centro Universitário Celso Lisboa.
Essa geração também tem como característica marcante executar multitarefas, ou seja, realizar várias atividades ao mesmo tempo. Esse fato pode ser positivo por um lado, mas há um lado negativo: são pessoas que não têm o foco como seu forte e poderão tornar-se profissionais dispersos, que se concentram muito menos em uma só ocupação. O desafio estará em capacitar líderes que consigam uma boa comunicação, uma excelente relação inter e intrapessoal e consigam manter a equipe focada e motivada. “A tendência é que esse jovem trabalhe em mais de um projeto ao mesmo tempo e que não priorize a ascensão na carreira, preferindo mais experiência em áreas diferentes”, conta Cinegaglia.
O fato de já terem nascido em meio as novas tecnologias reforça as características desta geração. Eles são lúcidos, idealistas, mas com uma insegurança muito grande – talvez até pela própria idade. São muito solidários, seletivos e se sentem melhor no contato virtual do que no relacionamento direto, real. Marie-Josette Brauer, doutora em Filosofia e Psicologia, afirma que os jovens da Geração Z ainda não ocupam uma faixa relevante no mercado de trabalho, mas já mostram valores diferenciados para os profissionais mais experientes, como a maturidade, apesar da idade. “O questionamento permanente e a rejeição por formas clássicas de raciocínio dentro das empresas também faz com que modifiquem o ambiente organizacional”, completa.
Adaptação das organizações
As empresas que compreenderem as características deste novo grupo profissional e se adaptarem a este público sairão na frente. A boa convivência entre gerações é fundamental, mas a geração Z ainda é uma incógnita para empresários e líderes. “Por terem se desenvolvido na era do conhecimento, possuem uma imensa consciência do todo e se sentem responsáveis individualmente em relação ao mundo. Esse engajamento é um aspecto extremamente importante e o idealismo desta geração faz com que tenham o pensamento de que podem, sempre, fazer a diferença”, diz Brauer.
A geração Z está em busca de desafios constantes. Por ter um raciocínio mais veloz e impaciente, não suporta ficar em um mesmo cargo ou empresa por muito tempo. Para as empresas, o esforço de recrutar, selecionar e desenvolver profissionais corre o risco de ser em vão, por conta da rotatividade que essa nova geração irá impor. De acordo com Cinegaglia, a aplicação de feedbacks, um ambiente integrado e dinâmico e a possibilidade de crescer profissionalmente mantém o jovem interessado no emprego. “Nem todas as empresas se adaptaram a esse novo perfil de funcionário. Nesse caso, o jovem não se sente motivado para permanecer no emprego, por isso a fama destas gerações de estarem sempre buscando novas oportunidades”, esclarece.
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