TRANSAMAZÔNICA


Mais de 30 anos de lama poeira e sofrimento

Em outubro de 1970 uma placa de bronze incrustada no tronco de uma castanheira em Altamira, descerrada pelo general Emílio Garrastazu Médici, dizia: “Nestas margens do Xingu, em plena selva amazônica, o Sr. Presidente da Republica dá início à construção da Transamazônica, numa arrancada histórica para a conquista deste gigantesco mundo verde”. Era o início do sonho de integrar a Amazônia ao Brasil.

Hoje, mais de três décadas depois do início das obras, a Transamazônica está longe de ser acabada. Dos sonhos do Plano de Integração Nacional e do “Brasil Grande” do regime militar, resta uma estrada que no verão amazônico é marcada pela poeira e, no inverno, pela lama e os atoleiros. Na margem da estrada, mais de um milhão de pessoas que sonham ver um dia rodovia que já foi rebatizada de “Transamargura” completamente pavimentada e cumprindo a missão de desenvolver a região.

Planejada para atravessar o Brasil de leste a oeste, a Transamazônica começaria em Picos (PI) e terminaria em Boqueirão da Esperança (AC), na fronteira com o Peru, visando garantir uma saída para o Pacífico aos produtos brasileiros. Eram mais de quatro mil quilômetros de estrada na selva, seis mil incluindo os trechos nordestinos. Hoje, pouco mais de 2.500 quilômetros de rodovia foram efetivamente abertos, mas a estrada é uma espécie de cicatriz aberta na floresta Amazônica à espera do asfaltamento.

A rodovia era o eixo principal do Plano de Integração Nacional e em seu percurso estavam previstas a construção de agrovilas, agrópolis e rurópolis. Na prática, foram implantadas poucas agrovilas e apenas uma agrópolis (Brasil Novo) e uma rurópolis (Presidente Médici). O custo da construção da Transamazônica, que nunca foi acabada, foi de US$ 1,5 bilhão. Hoje, a pavimentação deve custar cerca de R$ 1 bilhão.

O plano de integração durou pouco. A partir de 1975 o governo praticamente abandonou a região e as pessoas ficaram jogadas numa situação de calamidade natural. Mesmo assim, as pessoas que vieram para a região construíram cidades, estradas vicinais e hoje produzem de tudo. Mas o reflexo deste abandono é sentido na pele hoje: milhares de agricultores não conseguiram nem mesmo o título definitivo de suas propriedades.

Nos seis meses de verão amazônico, a estrada é trafegável, mas oferece perigos para quem se aventura no meio da poeira, dos buracos e das pontes de madeira. No inverno, muitos trechos ficam intrafegáveis. Uma viagem de ônibus, que no verão demora um dia, pode levar uma semana. Os atoleiros quilométricos impedem o trânsito de pessoas e o transporte de produtos, encarecendo o frete e o custo de vida na região e impedido o escoamento da produção agropecuária.

O asfaltamento da rodovia é uma antiga promessa de políticos das mais variadas cores partidárias. Nos últimos anos, a obra foi dificultada ainda mais pela demora no licenciamento ambiental de projetos de infraestrutura na Amazônia, mas o governo federal informou que todos os trechos da rodovia entre Marabá e Itaituba estarão licitados e em obras até março de 2009.

Apesar de inúmeras promessas de asfaltamento não cumpridas anteriormente, a expectativa na região é grande para que a obra finalmente saia do papel. A avaliação é que a construção da Hidrelétrica de Belo Monte vai acelerar a pavimentação da BR-230, pela necessidade de transporte de insumos para o empreendimento. Além disso, o asfaltamento é uma das condições apresentadas pela sociedade regional para a construção da usina. 
fonte: http://fortxingu.blogspot.com/p/transamazonica.html
 

O melhor ginecologista

Devia ser chamado de o melhor ser humano...
Uma mulher chega apavorada  no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não  completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço maior entre um e outro...
O médico então perguntou:
-Muito bem.. O que a senhora quer que eu  faça?
A mulher respondeu:
-Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:
-Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou:
Veja bem minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período maior de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença  entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos  braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco de morte.
A  mulher apavorou-se e disse:
-Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime.
-Também acho, mas a senhora me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei que estaria lhe ajudando.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.
 
O CRIME É EXATAMENTE O MESMO!!!!!
 
Você sabe desde quando Deus te ama?
  DESDE O VENTRE DA TUA MÃE!

FECAF e MDA em uma série de dialogos que inciaram em Canaã.


Por: Maia do Loteamento



Em 14/10/2011 tive a oportunidade de acompanhar na Câmara Municipal de Canaã dos Carajás, um evento onde, um grupo de cooperativas do Nordeste do Pará, realizava um encontro com entidades de nossa região Sul do Pará, no intuito de organizar e fortalecer a agricultura familiar através da organização de uma Federação que funcionasse como a intermediadora de negócios para as associações e cooperativas de agricultores familiares.
Não pude me furtar em me fazer presente ao evento, para acompanhar as idéias e perceber a receptividade da mesma e sua repercussão entre os participantes do evento, meus concidadãos de CANAÃ DOS CARAJÁS, haja vista que, como um dos pioneiros da região, evidentemente, já presenciei muitas iniciativas que em seguida não prosperaram ou por inviabilidade econômica ou por intenções obscuras, tanto que ao ser concedido o aparte aos presentes, muitas foram as manifestações de apoio, entretanto com as ressalvas de que era preciso observar e sentir resultados efetivos da ação proposta que era a criação da FECAF – FEDERAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR DO ESTADO DO PARÁ.
Mesmo com a palavra franqueada aos presentes, o que foi democraticamente usado por várias lideranças, preferi manter o anonimato, naquele momento, e acompanhar de perto  aquele movimento que, particularmente, achei de grande importância e estratégico, principalmente para o nosso município onde a agricultura vem sendo combalida gradativamente ao longo dos anos.
Ciente das ações planejadas pelas lideranças do movimento, tomei  a liberdade de me fazer presente em uma agenda de trabalho da FECAF em Belém e pude constatar o nível de prestígio, envolvimento e de receptividade que  as ações propostas por esta entidade alcança entre as políticas de governo tanto nas esferas FEDERAL  quanto ESTADUAL.
Dessa feita, quer parabenizar ao valoroso grupo de CANAÃ que abraçou e levou adiante o projeto FECAF, conclamando a toda a sociedade CARAJAENSE e principalmente de CANAÃ DOS CARAJÁS, para apoiar este importante movimento, não só pela atitude pioneira de partir para a conquista de uma considerável fatia dessa reserva de mercado disponível para a Agricultura Familiar, mas pelo fato de ser em nossa cidade o lançamento de um projeto que vai mudar o modelo de produção em todo o Estado e a base para uma nova política de desenvolvimento  agrícola para CANAÃ e certamente ao nosso futuro Estado do CARAJÁS.

Presidente JECERLON (FECAF) Delegado Federal Dr. Paulo Cunha e Assessora Soraya (MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO), CÉSAR MARINHO (FECAF) 
e Maia testemunhando este diálogo importante da FECAF com o MDA.

UM DIA CHEGA A HORA DA EMANCIPAÇÃO

Por: Maia
É a luta do povo que impulsiona mudanças verdadeiramente em beneficio da população. No ultimo sábado (23/10) senti em meu coração a verdadeira força do povo ao olhar cada jovem, cada criança, cada pai e mãe de família na Carreata Pró Carajás e Tapajós em Canaã. Vivemos um momento ímpar para a democracia e acima de tudo de manifestação popular. A onda verde e amarela está invadindo as ruas e os corações do povo carajaense e a cada dia que passa, sentimos que está mais perto a realização de um grande sonho, o sonho da população que sofre as consequências da grande distancia entre a capital do estado, do povo que já não aguenta mais o abandono e o esquecimento.
O momento é único e não podemos deixar essa chance escapar por entre nossos dedos. Hoje convido a cada cidadão carajaense para somarmos forças, para nos abraçarmos em prol de nosso sonho maior: a EMANCIPAÇÃO. Recordo-me do tempo em que éramos CEDERE II e lutamos por melhoria de vida. Se a distancia entre Canaã dos Carajás e Marabá já é grande, a distância entre Canaã e a capital Belém é gigantesca.
Sofremos com problemas antigos e nunca temos soluções. São cerca de 760 km de Canaã á Capital do estado e pergunto-me: Onde está o braço do estado em Canaã? Mal temos uma escola de ensino médio, conseguida com muito esforço, se formos procurar instituições estaduais quase nunca encontraremos, estamos esquecidos, abandonados e só depende de nós MUDARMOS ou MUDARMOS essa triste realidade.
Dia 11 de Setembro teremos o plebiscito que decidirá o futuro de cada um de nós. Temos que fazer um trabalho tão organizando e sermos tão unidos quantos as formigas, fazendo como elas um trabalho de grão em grão, unidos e em busca de um só ideal a EMANCIAPAÇÃO!
“... E sempre seremos como uma família, sem nunca esquecer que somos irmãos. Mas, Chegou a hora da grande mudança e o Pará tem pressa não pode esperar, chegou a hora desse grande salto de dividir para multiplicar...”.


Mayanda Bacelar: Como Adicionar autores!

Mayanda Bacelar: Como Adicionar autores!: Se você estiver na sua página inicial deverá seguir os seguintes passos: 1- Clique em Designer 2. clique em CONFIGURAÇÕES 3- Clique e...

Mural apoio aos futuros novos Estados: Tapajos e Carajás



















CARAJÁS/TAPAJÓS e RM DE BELÉM

Genteeeeeeee!!!

Independente do resultado do plebiscito, o Pará estará, inevitavelmente, dividido. E, não há com que se preocupar caso a vitória seja do SIM. A vida da população do Pará remanescente não será afetada em absolutamente nada, exceto pelo fato de que a forma e extensão geográfica do estado do Pará estarão alterados, dados estes que, mais de 90% dessa mesma população, não tem a menor noção de quais são. Não há também com que se preocupar, caso o SIM tenha sucesso, com a vida da população dos dois novos Estados. A verdade é uma só: a vida dessa população melhorará muito com o SIM. Negar isto é a maior mentira que alguém poderá pregar. Preocupante, e muito, é a possível vitória do NÃO. E se falarmos em probabilidades ela não é pequena. Em sendo vitorioso o NÃO, novamente a vida da população do Pará que seria remanescente não será absolutamente afetada em nada e mais de 90% continuará sem saber quais são a forma e a extensão geográfica do Estado. Ou seja, o plebiscito e seu resultado não acrescenta e nem retira nada da população da região metropolitana de Belém e nororete do Pará. Nem mesmo conhecimento de geografia. Isto só interessa à elite dominante e aos políticos da RM de Belém. As consequências desatrosas, caso o NÃO sagre-se vencedor, ocorrerão nas regiões divisionistas (Carajás e Tapajós). Não tenham dúvidas de que aquilo que já é ruim ficará muito pior. A mão pesada do Estado - que nas regiões é traduzida pela quase ausência - se mostrará muito mais dolorosa. A vida da população dessas regiões não será nada fácil. Dizer que não haverá retaliações é outra grande mentira que ninguém, sério, ousaria pregar. Os Senhores do Estado serão impiedosos! Portanto, esse plebiscito interessa, de verdade, apenas para a população das regiões divisionistas e para a casta dominante de Belém, que independente da coloração partidária, faz parte da mesma trupe que domina a política paraense há várias décadas. Para a população da Região Metropolitana de Belém, que decidirá verdadeiramente o plebiscito, o resultado não tem importância nenhuma em suas vidas. Estão na zona de conforto dos cavalos em desfile de 7 de setembro. Serão apenas a grande e mais importante massa de manobra. Cabe saber quem será o melhor manobrista. E como na última eleição para o Governo, temos Baianos e Paraenses na direção e em lados opostos. Os Baianos falharam naquela. Preventivamente, cabe aos que buscam os louros de uma possível vitória do SIM saber que suas também deverão ser as responsabildades pelas mazelas e nefastas consequências, para as populações divisionistas, de uma possível vitória do NÃO. Grandeza será não se furtarem a isto.
FONTE: Replicado do Facebook  / escrito por:  (Welney Lopes) 


O EXEMPLO NO VIDEO ABAIXO É DO TOCANTINS!